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ARAPUTANGA: Captação de água teve as três bombas queimadas no domingo, dia 10

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FONTE

 Uma informação circulou durante o dia que a bomba do poço artesiano do Jardim Primavera estaria queimada e, por essa razão, interrompido o fornecimento aos consumidores do Bairro. Porém, a informação não procedia.

CAPTAÇÃO

Na verdade, a notícia era bem pior; as três bombas da Captação no Ribeirão das Pitas, estavam queimadas desde ontem (10).  A interrupção no bombeamento até a estação de tratamento, à Rua Carlos Luz, acendeu a luz de alerta das donas de casa que passaram a não receber água em casa.

A NOTÍCIA ESPALHOU

Duas pessoas confirmaram em mensagens encaminhadas à Redação da Folha de Araputanga que houve descontinuidade no abastecimento; uma fonte ligada à Administração garantiu que o fornecimento já estaria interrompido aos consumidores da Rua Marquês de Pombal. Outro morador do Jardim Primavera também reclamou o problema.

No início da noite de hoje (11), um Senhor confirmou falta de abastecimento de água em trechos da Rua Horácio Alcântara de Carvalho e, no período da manhã, por volta de 10h00 uma Senhora telefonou à reportagem informando que não havia água também, na rede que abastece os consumidores da Rua Sebastião F. Oliveira.

BOMBAS CONSERTADAS

Com as três bombas queimadas na estação de captação, o bombeamento parou por cerca de 24 horas. Apesar dessa notícia ruim, o lado bom é que hoje (11), à tarde, as bombas já estariam consertadas e, segundo uma fonte ligada ao SMAE, que pediu anonimato, a estação de tratamento já está recebendo água normalmente para ser tratada.

CIDADE ALTA

A reportagem apurou que a região central da cidade e o Jardim Primavera ficaram com abastecimento temporariamente “prejudicado” em virtude da interrupção no bombeamento da captação.  O reabastecimento das unidades consumidoras vai ocorrer de forma gradativa. Por enquanto, quem tem água no reservatório é bom economizar. Enquanto isso, a pouca água tratada que ainda existia, estava sendo enviada para o Bairro Cidade Alta.

REVOLTA

A informação tornada pública na semana passada, que desde janeiro/2015 diminuiu a reclamação contra a falta de água em certos Bairros de Araputanga, deveria ser comemorada. Mas essa “notícia” causou revolta em muitas donas de casa que residem no Cidade Alta e adjacências.

Contradizendo a informação, um grupo de mulheres contou à reportagem que o fornecimento de água continua irregular e, há relatos que transcorrem até quatro ou cinco dias sem que o precioso líquido chegue em muitas torneiras das residências.

FALTA COMUNICAÇÃO COM O POVO

Que as bombas sofram pane e interrompam o abastecimento de água é compreensível. O que não se compreende é a falta de ação e, talvez de interesse dos gestores que não comunicam um fato dessa magnitude à população que, avisada, poderia se prevenir, restringindo o consumo ao mínimo, para não passar pelo constrangimento de ter suas torneiras secas.